Durante o dia 20 de agosto de 2025, a Comissão de Inclusão e Pertencimento promoveu uma oficina dividida em duas turmas, no período da manhã e da tarde, conduzida pela psicóloga Dra. Luciana Kanaji que abordou o tema “Autoconhecimento e relacionamento interpessoal por meio da comunicação não violenta”.

Para a abertura do evento, o Prof. Dr. Rodolfo Francisco Haltenhoff Melani, Presidente da Comissão de Inclusão e Pertencimento,agradeceu a presença de todos e apresentou a palestrante.


A psicóloga iniciou relatando um pouco da história dela dentro do tema que seria abordado. Ela traz vasta experiência na área de desenvolvimento humano e comunicação, o que garante a qualidade e a eficácia das atividades propostas, com base em princípios sólidos de psicologia e práticas de autoconhecimento. Também comentou sobre como seria a oficina, explicando as técnicas e dinâmicas que seriam utilizadas para aprofundar melhor a pauta escolhida.


Vale ressaltar que nos dias atuais, a promoção do bem-estar no ambiente de trabalho e a qualidade das relações interpessoais são fundamentais para a construção de um ambiente mais saudável e produtivo. Por isso, a oficina busca desenvolver e aprimorar a inteligência emocional dos participantes, utilizando a Comunicação Não Violenta como ferramenta principal. A CNV, proposta por Marshall Rosenberg, é uma abordagem que facilita a expressão honesta e empática, promovendo um ambiente de respeito mútuo, compreensão e colaboração.


Para praticar essa ideia, a primeira dinâmica contou com a ajuda de papel e lápis, em que os participantes deveriam realizar dois desenhos opostos que por fim se complementariam, formando duas pessoas se olhando e a imagem de um vaso. Tal atividade serviu para que a Dra. Luciana Kanaji explicasse sobre as modalidades do cérebro e como cada lado atua, sendo o direito o mais intuitivo e criativo enquanto o esquerdo mais criterioso e julgador.


A próxima etapa foi composta por uma prática escrita, rápida e sem julgamentos, em que todos deveriam escrever histórias com o que viesse na mente, sem parar em nenhum momento. Após realizar o exercício por um período de 12 minutos, calculado para que os dois lados do cérebro fossem estimulados, os integrantes compartilharam suas ideias e discutiram o que escreveram.


Por fim, foi formada uma roda de conversa em que a Psicóloga apresentou mais especificamente sobre os tópicos da Comunicação Não Violenta: observação, sentimento, necessidade e pedido. Todos finalizaram com uma nova atividade, envolvendo uma vela e um copo de agua.