Na manhã do dia 12 de dezembro de 2025, no Anfiteatro Myaki Issáo, a Profa. Dra. Josete Barbosa Cruz Meira, deu início à celebração dos momentos marcantes e conquistas do presente ano da “família ODB” — apelido carinhoso àqueles que fazem parte do Departamento de Biomateriais e Biologia Oral.
O encontro começou com uma apresentação musical, feita pelo filho de um dos professores, e prosseguiu com a “transferência de faixa” — tradição do ODB — da nova docente de 2025 para a de 2026. O evento também deu as boas-vindas ao Diego Ângelo Duarte, recém-contratado, e, de forma descontraída, celebraram o nascimento do quarto filho do Prof. Dr. Carlos Eduardo Francci, da disciplina de Biomateriais.
Entre os destaques institucionais, está o Centro de Pesquisa e Orientação na Deficiência Visual (CPODV), aprovado pelo CCD (Centro de Ciências para o Desenvolvimento) – FAPESP, e liderado pelo Prof. Dr. Paulo Eduardo Capel Cardoso e Prof. Dr. Rafael Yagüe Ballester, ambos da disciplina de Biomateriais. Dedicado ao estudo da deficiência visual para gerar produtos, conhecimento e pesquisa, o projeto se alinha com a ênfase atual em ciência aplicada e direcionada à sociedade, contando com um auxílio de R$ 12 milhões para administração nos próximos cinco anos.
Em seguida, foi comemorada a reforma do Laboratório de Bioquímica, havendo planos para uma inauguração oficial em breve.
No que tange a produção científica, em 2025, o departamento registrou 16 publicações em periódicos de alto impacto. Embora não deva ser a única métrica de qualidade, o corpo editorial seletivo confere um “selo importante”. Houve grande orgulho com o destaque de dois docentes da ODB, entre três a alcançarem a posição, que foram classificados entre os pesquisadores mais influentes do mundo. O ano registrou cinco defesas de pós-graduação e vários discentes de graduação e pós-graduação foram homenageados pelo seu desempenho acadêmico.
O momento final foi dedicado à sessão de agradecimento, homenageando professores, funcionários e alunos. Uma parte especial foi dedicada à “rede de apoio”, representada pelos filhos dos membros do departamento.
A confraternização encerrou com uma reflexão sobre a comunidade: o departamento se tornou uma segunda casa, e seus membros, uma família.
Texto e Foto: Théo Gouvêa Filizzola


